
C. L. Edições
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A C. L. Edições iniciou atividades em 2003, publicando títulos literários e acadêmicos. Sua marca editorial é a produção de obras de qualidade, com cuidadoso acabamento artístico, feito por profissionais experientes, detalhistas.
A) Títulos acadêmicos:
1. Cseko por Fred, Fred SCHNEITER (edição em homenagem póstuma ao autor), 2003 (capa de Rodrigo Pádua, 48 p.)
Monografia de graduação em Música pela Uni-Rio: o violonista Fred Schneiter entrevista o compositor Luiz Carlos Cseko, por Fred Schneiter. No lugar de saberes áridos sem sabor sobre quiálteras e semifusas, Fred conversa com Csekö, seu entrevistado. Falam de música, de Salvador, festas, viagens; falam de vida. Precocemente falecido, Fred era parecido com seu texto: cheio de vida, engraçado, bem informado, sensível. Com um quê de timidez. Luiz Carlos Csekö é o entrevistado ideal: falante, aberto, destemido, bem humorado. Foi imenso prazer publicar Csekö por Fred e compartilhar essa conversa com os leitores. ISBN 85-902228-3-7
2. Professores contam sua cidade: São Pedro da Aldeia em foco, vários autores, org. Helena Fontoura do AMARAL e Gianine de Souza PIERRO, 2004 (co-edição C. L. Edições/CEPUERJ, capa de Nicolau Vinciprova, 120 p.). Integrou o Curso de Aperfeiçoamento de Professores da Rede Municipal de Ensino de São Pedro da Aldeia, ministrado por docentes da UERJ.
Paulo Lobo (prefeito): ‘A edição deste livro é a representação viva de mais uma etapa vencida e, porque não afirmar, mais uma vitória conquistada.’
ISBN 85-902228-5-3
3. Espaços e Tempos de Educação, vários autores, org. Cyana LEAHY, 2004, capa de Nicolau Vinciprova (263 pp)
Engloba 25 ensaios produzidos pelo Núcleo de Trabalhos em Educação, no VII Congresso Internacional da Associação de Estudos Brasileiros (BRASA), em junho de 2004, na PUC-Rio. Em oito capítulos, cobre questões educacionais da alfabetização às licenciaturas, de leituras de literaturas infantil, juvenil e adulta a autobiografias, memória e cidadania, memória e educação à distância; de políticas educacionais à interdisciplinaridade nas ciências.
São co-autores docentes universitários, pesquisadores dos espaços e tempos da Educação no Brasil:
Márcia de P. G. RAZZINI; Isabel Cristina de A.S. FRADE; Eliane PERES e Gilceane C. PORTO; Cancionila J. CARDOSO e Lazara N. de Barros AMÂNCIO; Sueli Barbosa THOMAZ; Francisco A. BRAUN CHAVES; Helena A. da FONTOURA; Iduína M. BRAUN CHAVES; Vânia BELLI; Maximiliano TORRES; Fátima da SILVA; Maria Alice AGUIAR; Daniela VERSIANI; Pina COCO; Marília R. CARDOSO; Lucelena FERREIRA; Cyana LEAHY-DIOS;
Francisca I. Pereira MACIEL; Ana M. Casasanta PEIXOTO; Regina C. da Silveira e SILVA; Iolanda B. de C. CORTELAZZO e Márcia S. DI PALMA;
Elizabeth FURTADO, Fernando L. MATTOS, Sandra F. F. LIMA e Daniel W. T. RODRIGUES; Romero TORI; Maria Helena S. CRUZ; Helcimara de S. TELLES; Gilmar R. dos SANTOS; João Valdir Alves de SOUZA; Tarso B. MAZZINI; Alcina M. T. Braz da SILVA; Mônica DUARTE e Tarso MAZZOTTI; Vânia BELLI.
ISBN 85-902228-6-1
4. Docência da Língua Portuguesa: experiências contemporâneas (textos em co-autoria), organização de Cyana LEAHY (2008, capa de Wellington Moraes, 284 pp). Reúne reflexões de pesquisadores brasileiros participantes do Simpósio da Língua Portuguesa (SLP 03), coordenado pela Profa. Dra. Cyana Leahy-Dios, dentro do SIMELP-USP (1º Congresso Mundial de Estudos da Língua Portuguesa, setembro 2008). 4ª capa: André Luiz Rauber (UFMT)
Integram a co-autoria: Cyana LEAHY-DIOS (org./UFF); Letícia CAO PONSO (UFRGS); Maria Alice VENTURI (FFLCH-USP); Cristiane Rocha SILVA (UFMG); Ernani TERRA (PUC-SP); Ana C. SALVIATO-SILVA (UNESP); Regina C. PINHEIRO (UECE); Alex Pereira SALES (UECE); Irenilda F. de OLIVEIRA e SILVA (UFPE); Maria de Fátima Vilar de MELO (UCP); James Deam Amaral FREITAS (CEFET-GO); Maria da Penha Brandim de LIMA (PUC-SP); Leandro Wallace MENEGOLO (AVEC); Jacqueline de PAULA (UNIBAN); Josilete Alves M. de AZEVEDO (UFRN); Maria das Graças S. RODRIGUES (UFPE); Célia Mª M. Barbosa da SILVA (UFRN); João Gomes da SILVA NETO (UFRN).
ISBN: 85-60306-02-2
B) Títulos literários:
5. Poemas dos Tempos – Duetos, de Fred SCHNEITER e Cyana LEAHY (2ª edição, 2003, capa de Vera Duarte sobre tela de José Maria Dias da Cruz, 80 pp). A obra foi criada a partir do falecimento, em 05 de maio de 2001, do violonista, compositor, professor de música Friedrich Schneiter, nessa estréia como poeta editado. A obra é freqüentemente citada nos eventos promovidos por Luís Carlos Barbieri (ex-parceiro musical de Fred no duo Barbieri-Schneiter), no Brasil e no exterior. A Mostra de Violões Fred Schneiter é realizada anualmente, em outubro, comemorando a data de nascimento do homenageado.
Antonio Brasileiro: fui lendo como quem não queria, poema a poema, e li todo o livro... um poema como ‘O milagre das velas’ (a justa espontaneidade da boa peça poética) eleve essa informalidade à perfeição. E que belo trabalho gráfico tem a CL Edições!
ISBN: 85-902228-1-0
6. Seminovos em Bom Estado (coletânea de poemas), de Cyana LEAHY (2003, capa de Nicolau Vinciprova, concepção de Alana Leahy-Dios, 112 pp).
Alguns comentários sobre Seminovos em Bom Estado:
Moacyr Scliar: Grande título!... simplesmente não pude parar de ler: Deus, que grande poeta! E grande intérprete da condição feminina. ‘No Boteco’, por exemplo, é simplesmente maravilhoso. Parabéns!
Adriano Espínola: curti e continuo curtindo esses poemas: intensos, pessoais, eróticos, bem sacados, comunicativos, quentes, intimistas. Dá vontade da gente se enrolar com eles feito um cobertor naquelas noites frias, mas nem por isso menos ardentes, escutando você sussurrando-os ao pé do ouvido, esquentando tudo... Seminovos em Bom Estado é demais! Viva!
Renata Pallottini: valeu a pena a espera, essa poesia é tudo aquilo que dela se disse e mais sensibilidade, emoção e talento.
Gisele de Carvalho: peguei Seminovos em Bom Estado e não larguei. Li de capa a contracapa. Fiquei emocionada, de olhos molhados, dei risinhos cúmplices, dei risadas, copiei ‘Biscuit’ e mandei para uma amiga. E o bom livro, seja ele de que gênero for, sempre deixa rastros depois de finda a leitura. Fiquei com um espanto: como uma poeta faz (em sentido bem concreto) o milagre da poesia ?
Olga Savary: poetas aspiram a coisas imensas – e Cyana Leahy pertence com louvor a esta raça de criadores – mas também se apaixonam pelas coisas simples e pequenas do cotidiano, com as quais aprendem mais até do que com coisas e fatos extraordinários da existência. Embora perpasse pelos livros de Cyana certa tristeza, embora ela fale em medo e solidão, a sensualidade que refulge magnífica e básica nos poemas de seus cinco livros de poesia, aliado ao fino e sofisticado humor herdado de suas raízes irlandesas, é a marca registrada da seleta que reuniu sob o título Seminovos em Bom Estado.
Niteroiense por escolha, irlandesa na origem e baiana de nascimento, Cyana é uma poeta que brama em surdina não ter andado pelo fundo dos mares, não ter escancarado grades, embora sabendo bem o que seja essa palavra tão rara e tão nobre a que chamamos liberdade. Esta seleta abrange os livros Biombo (1989), Íntima Paisagem (1997), Livro das Horas do Meio (1999) e Poemas dos Tempos-Duetos (com Fred Schneiter, 2000). Seminovos em Bom Estado, portanto, o 5º livro de poesia, em certo poema indaga da serventia de ler poesia. Porque Cyana, professora da UFF, escreveu e publicou também livros acadêmicos sobre língua, literatura e educação literária, com outros no prelo e em preparo, além de um livro de contos, e mais poesia. Como se vê, poesia sempre.
Como nas 1001 noites, a humanidade precisa de histórias na literatura. Por quê? Para saber como viver. Algumas histórias vamos encontrar nesta poesia firme e nada evasiva. Ela bem sabe das contradições do ser humano e de suas complexidades. Faz-se de morta e de coração aos saltos se esgueira pela fresta que sobra. Retira-se da cena crente que já era tarde. Mas para essa poeta, Sherazade moderna, tudo é sempre e agora. Malgrado todo o silêncio e algumas, muitas e significativas palavras, esta poesia, humana e generosa, é corpo e asa.
ISBN: 85-902228-2-9
7. Todos os Sentidos: contos eróticos de mulheres (co-autoria, organização de Cyana LEAHY; 1ª edição: 2003/2ª edição: 2004; capa e ilustrações de miolo produzidas por Rodrigo Pádua sobre telas da coleção erótica Jogos da Sedução, de Eliardo França).
A coletânea, construída sobre o olhar de mulheres sobre corpo e sexo, recebeu o PRÊMIO ALEJANDRO JOSÉ CABASSA da União Brasileira de Escritores (U.B.E.), como melhor livro de contos do ano de 2004. 1ª ed.: 2004, 2ª ed.: 2005, 130 p.
Integram a obra:
Olga SAVARY; Elvira VIGNA; Lucia FACCO;
Flavia SAVARY; Daniela VERSIANI; Cyana LEAHY (org.);
Claudia LAGE; Sonia PEÇANHA; Josimey COSTA
ISBN: 85-902228-4-5
8. Pequenos Amores(contos), livro de estréia de Gracinda ROSA (2005, capa de Carlota Rios). Comentada pela editora Cyana Leahy no Programa ‘Atualidades’ (Rádio MEC), dirigido por Cadu Freitas, a obra foi sorteada e aprovada vivamente pelo público presenteado, em recados à Rádio MEC, em mensagens eletrônicas à C.L. Edições, como ‘prazerosa e obrigatória leitura de cabeceira’.
Nascida em Engenheiro Passos, em 1933,, a autora é graduada em Pedagogia (UFF), Jornalismo (UFF) e Mestra em Educação (UFF).
ISBN: 85-905760-1-9
9. 106 falas de amor (e seus cenários), de Cyana LEAHY (2005, capa de Carlota Rios, 189 pp). Orelhas de Martinho da Vila, Rogério Andrade Barbosa, Renata Pallottini. 4ª capa: texto de Gustavo Bernardo.
Alguns comentários, resenhas e notas jornalísticas:
Moacyr Scliar: ‘é um dos livros mais originais já escritos, um tema original tratado com maestria e emoção. Parabéns!
Márcia Erthal: ‘é absolutamente imperdível!’ (Jornal do Commercio)
Roberto Santos/ Fernando de Aviz: ‘a incomparável escritora Cyana Leahy cria círculos de empatia com o leitor; é livro para ler e reler!’ (Jornal O Fluminense, 2º caderno)
Martinho da Vila: ‘Quem viveu um romance inesquecível gosta, ou gostaria, de falar dele com os amigos, ou amigas, para satisfazer o ego. Mas não é indício de bom caráter sair por aí gabando-se... (...) Os casos aqui narrados podem ser fantasiosos ou reais, exagerados ou omissos, mas levarão você, que está com este livro nas mãos, a pensar e refletir sobre o que há de melhor no mundo – o amor.’
Rogério Andrade Barbosa: ‘Antes que as palavras se espalhassem como folhas secas, Cyana recolheu-as feito uma formiga, registrando variadas e deliciosas formas de amar. Cyana é daquelas que, quando quer voar, cria asas e chicoteia o tempo com seu texto pleno de ternura e paixões.’
Gustavo Bernardo: ‘Não é bem que a vida imite a arte, nem bem que a arte imite a vida. O livro de Cyana Leahy, colhendo do pé (da macieira) cento e seis histórias de amor, faz algo que poderia ter o nome de ‘artevida’ assim tudo junto. (...) Comove pensar na comoção que sentiram as mulheres e os homens que falaram ou escreveram suas histórias de amor. É como se Cyana os convidasse a tornar palpável, sensível, visível, real!, o que todos viveram como se fosse um sonho ainda nublado. (...) Ler as histórias dentro dos seus cenários nos faz redescobrir a poesia, com tudo o que ela tem de delicado e difícil, na vida de todo dia e de cada um. É como se pudéssemos ler a própria fonte da criação no instante exato em que emerge do caos.’
Matérias de capa: ‘O que os brasileiros acham do amor’ (Revista Domingo O Globo) e ‘Como um conto de fadas’ (2º caderno, O Fluminense)
ISBN: 85-902228-8-8
10. Angústias de um gay urbano, de Janderson Lemos de SOUZA (2006, capa de Carlota Rios, 96 p.). O autor é sócio diretor da Literacy Consultoria e Assessoria em Comunicação, membro do Núcleo de Estudos Morfossemânticos do Português (NEMP/UFRJ) e da Associação Brasileira de Linguística (ABRALIN), doutorando em Letras Vernáculas (Língua Portuguesa – UFRJ), mestre em Letras (PUC-Rio), bacharel em Letras (PUC-Rio). Orelhas por Alcina Morais, 4ª capa por Lucia Facco.
Alguns comentários:
Lucia Facco: O texto que Janderson nos traz é irônico e divertido. O humor não é aquele que nos faz gargalhar, mas sim o que nos provoca um fino sorriso nos lábios. É o humor elaborado que diverte, sim; mas nos transtorna, nos induzindo a refletir. O texto não é, tampouco, hipersexualizado, como uitos que já li. Mas que sexo, prazer, que também movem (por que não?), o personagem-narrador procura o amor... Fornece novas perspectivas de homossexualidade, contribuindo, em tempo de conquistas homossexuais crescendo a cada dia, para redimensionar, balançar os conceitos tão firmemente arraigados na nossa sociedade hetero-patriarcal-falocêntrica.
ISBN: 85-60306-00-5
11. Mosaicos & Filigranas, poemas de Salammbô PESSOA (2008, 40p., seleção da autora, capa de Wellington Moraes sobre tela de Maria Farias). Acompanha CD com gravação dos poemas, sobre fundo musical clássico (Beethoven).
Livro de estréia da poeta pródiga em versos, imagens e vida, aos 89 anos de idade. A capa reproduz tela da artista Maria Farias, ativa professora e pintora aos 93 anos de idade. Afirma-se na 4ª capa que ‘ler uma obra como Mosaicos & Filigranas é engajar-se na missão de bordejar a autora, não importa a distância geográfica. Distância é a ilusão dos perdidos, destituídos da materna eternidade. Aqui, as palavras assumem um outro sentido, à medida que se folheia este livro acolhedor.’
Segundo P. R. Cecchetti, ‘O que leva uma mulher sensível, delicada, a contar, em poesia, sua trajetória de vida? O que fez essa mulher madura rebuscar na memória momentos inesquecíveis? Só pode ter sido amor à vida!’
ISBN: 978-85-60306-01-5
Cyana Leahy
(imagens das capas disponíveis no site www.cledicoes.com)